HISTÓRIA:

A batata depois do pão é o alimento com que mais relação mantemos!..

Se não é hoje amanhã de certeza que vamos comer batatas. Não são prato principal mas tem um vasto receituário, afinal comemos batatas com quase tudo.

Verdade ou mito? Certo é que a batata também fazia parte dos remédios caseiros quantas vezes as nossas avos quando alguém tinha dor de cabeça não lhe atava um lenço na testa com rodelas de batata crua para aliviar a dor.

Nas nossas adegas a um canto, estava sempre reservado um espaço que chamávamos barra das batatas, feita em madeira que se armavam em andares para poupar espaço, também ai se guardavam as maçãs porta da loja variedade com grande capacidade de guarda sem refrigerar comiam-se durante o inverno. As réstias de cebolas e alhos eram penduradas nos lados das barras das batatas.

Semeavam-se campos, mas também no eido, chamavam-lhe as batatas do cedo porque se colhiam todos os dias em que eram necessárias eram as batatas novas não se descascavam, raspavam-se e como eram pequenas cozinhavam-se inteiras, na realidade um verdadeiro apelo ao sentido do gosto, estufados cozidas assadas!... Que delicia.  

 

PREPARAÇÃO:

Raspam-se as batatas, ou cortam-se em dados conforme o caso, Colocam-se na assadeira de barro e junta-se a cebola em dados e cenoura em meias luas, os dentes de alho pisados o louro, colorau e pimenta a gosto, e o vinho branco, rega-se com o caldo de carne e tempera-se de sal, por cima coloca-se a banha aos bocadinhos assim como a ponte de alecrim, levar ao forno a assar. Servir com o que haja para jantar.

 

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As Batatas louras de Valença