HISTÓRIA:

São uma das grandes tradições da matança do porco e dos dias que seguem, assim como tudo o que rodeia este festival culinário e gastronómico, ondedo porco nada se perde.

 O sangue é utilizado na confeção do arroz de sarrabulho e papas de sarabulho, nas morcelas, ou no “verde”, nome que se lhe dá depois de cozido para acompanhar as rejoadas.

As filhoses que se fazem com o sangue do porco, tem simpatizantes que na hora da confeção não as dispensam, bem quentinhas e acompanhadas por um cálice de vinho do Porto.

 

PREPARAÇÃO:

Juntar o sangue, a água, o açúcar e a farinha, mexer tudo muito bem de forma que não fiquem grumos.

De seguida juntamos as passas, os pinhões e um pouco de sal, tudo misturado muito bem.

Colocar azeite numa tijela e a sertã ao lume. Com a ajuda de um garfo molhar esta de azeite de forma que, cada vez que se derrame o preparado com uma concha de sopa na quantidade necessária para cada filhós, de forma sucessiva, evitamos o excesso de azeite na frigideira. Proceder á fritura em fogo lento; esperar que com o calor a filhós coalhe; dar-lhe uma volta com a ajuda do garfo, retirar para o prato e polvilhar de açúcar. E já podemos deliciar-nos com as nossas ricas e deliciosas filhoses de sangue.

 

Ingredients

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As filhoses de sangue de porco