Marmelada, Geleia e Ladrilhos Num tacho próprio de fazer marmelada, levar ao lume os marmelos cortados em pedaços, com o açúcar, pau de canela e a água. Deixar cozer bem. Quando tudo estiver cozido, passar por passe-vite, de modo a ficar uma mistura homogénea. Deixar ferver mais um pouco, mexendo sempre com colher de pau, até atingir o ponto de estrada. Deitar em tijelas e deixar secar. Em dias de sol colocar junto a uma janela, mas de forma que o sol não lhe incida, com a brisa do outono seca mais rápido. Para afastar as abelhas recomenda-se que se corte papel vegetal VER RECEITA
Bolo barato Rebuscando nas minhas lembranças pela cozinha vou deixar uma receita que aprendi e guardo dos cadernos de cozinha das “Meninas Ibérico”. Apelidado de “bolo barato” é, na realidade, um bolo barato e muito fácil de fazer e que nos tempos em que vivemos bem pode ajudar a tornar a vida mais doce sem se gastar muito dinheiro. PREPARAÇÃO: 4 Ovos, farinha de trigo com fermento, tanta quanto pesem os 4 ovos ainda inteiros, açúcar o mesmo peso, manteiga o mesmo peso. Mexe-se tudo bem até que fique bem ligado e deita-se numa forma, previamente untada com azeite e polvilhada de farinha VER RECEITA
Sopa seca de Valença Sopa seca de Gondomil    É uma receita de Gondomil que durante muitos anos com o cabrito assado á Sanfins e o caldo verde fez parte da oferta dos Domingos Gastronómicos. Sempre que se matava a rês, a cabeça era copiosamente preparada e reservada para a sopa seca. No dia que se assava o carneiro, no final um alguidar dava entrada no forno com esta preparação que completava a oferta de sobremesas servidas depois do repasto principal. RECEITA 1: PREPARAÇÃO: Levamos ao fogo uma panela com água a ferver à qual juntamos o toucinho e a ½ cabeça do carneiro com o pau de VER RECEITA
Bolos de Menina A MENINA Abóbora ou jerimum é o seu nome mais popular!… Aqui foi apelidada de “menina”. Cultiva-se um pouco por todo o concelho, gosta de terrenos com sol, calor e de um solo rico em matéria orgânica e com bom poder de retenção da humidade e, simultaneamente, boa drenagem. As que se cultivam nas conhecidas lameiras da Urgueira são disputadas pela qualidade e pelo seu tamanho. A polpa da abóbora “menina” é doce e bastante saborosa. Por isto é muito apreciada na culinária, sendo preparada de diferentes maneiras. É usada para sopas, purés na pastelaria e nas mais diversas criações gastronomicas. Mas  VER RECEITA
Bolinhos de arroz das Senhoras Marques da Costa O QUE O ARROZ TAMBÉM REPRESENTA PARA NÓS O arroz tem um forte vínculo com a nossa cultura gastronómica. Não podemos imaginar uma despensa sem arroz!… Utilizamos o arroz em quase tudo, a devoção é tanta que é indispensável em muitos atos não só gastronómicos mas também sociais!… Aqui ninguém fica bem casado sem que à saída da igreja não apanhe a tradicional chuva de arroz!…  O significado ou a tradição do porquê de se atirar arroz aos noivos á saída da igreja!… Dizem que este hábito vem do Oriente, o certo é que entre nós é uma tradição a que damos o VER RECEITA
Bolachinhas do Convento do Bom Jesus de Valença Juntar a farinha, açúcar e o leite, amassar e juntar o sal, raspa do limão, canela e a manteiga derretida. Trabalhar bem a massa e deixar repousar durante 2 horas coberta com um pano em lugar fresco. Estender a massa com o rolo, de forma que fique com meio dedo de espessura. Cortar em retângulos e picar com os dentes de um garfo. Pintar com ovo bem batido ao qual juntamos uma colher de sopa de água de flor de laranjeira. Leve ao forno a cozer. Depois de arrefecerem podem voltar ao forno mais um pouco para que fiquem VER RECEITA
As orelhas de carnaval, mais uma receita raiana Tradicionais do divertimento carnavalesco, esta massa crocante e frita, com delicado sabor a anis e a nota cítrica que o limão lhe aporta e com fina capa de açúcar irresistíveis, fazem as delícias de todos os de Valença e de Tui, porque é carnaval.    PREPARAÇÃO: Num recipiente colocamos a água morna com o sal, a manteiga previamente derretida, a casca de limão ralada, o açúcar, o anis e os ovos. Batemos tudo muito bem até que fique um creme sem grumos. De continuação vamos adicionando a farinha de trigo pouco a pouco misturando muito bem, usando uma varinha elétrica. Amassar muito bem VER RECEITA
Arroz doce de Valença Esta receita tem alguma singularidade, segundo dizem pode ter saído de algum dos conventos que existiram em Valença.  Após a sua desaparição, muitas das receitas ficaram e passaram a ser transmitidas nalgumas famílias de geração em geração, permitindo que ainda hoje se confecione, com sabor e mestria. PREPARAÇÃO: Cozem-se 300 gr de arroz em água com flor de laranjeira. Quando a água se consumir, deitam-se 2 litros de leite que vão fervendo docemente, em simultâneo mexer sempre para o mesmo lado sem pressa. Quando o arroz estiver quase cozido, juntam-se as 6 gemas diluídas também em água de flor de laranjeira VER RECEITA
Borrachinhos de Valença Em 1977, quando tomei a concessão da Estalagem Monte do Faro, sendo uma das minhas preocupações apresentar um cardápio atrativo, comecei a fazer um levantamento gastronómico do concelho de Valença. Rapidamente passei à prática alguns pratos desse receituário: como cabrito assado à Sanfins, o bacalhau à Rosa do Adro, os peixes do rio Minho, a caça que muito celebrizou o restaurante, e determinada doçaria popular ou de origem conventual.                                       Foi então que, um dia, numa conversa com um diretor que estava na Pousada de S. Teotónio, de origem valenciana, Victor Martins, tínhamos a mesma preocupação de recuperar património gastronómico, e assim VER RECEITA

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